quinta-feira, 18 de outubro de 2012

A Ilha da Bonecas Mortas

Boa tarde gente! Hoje vou falar sobre uma história que li ontem na web e achei mega interessante, A Ilha das Bonecas ( Isla de las Muñecas). Ela também é conhecida como "A Ilha das Bonecas Mortas", é uma ilhazinha localizada no México com aproximadamente 1.000 bonecas espalhadas por todos os lados, presas em árvores, empaladas em gravetos ou enforcadas nas casas, é sombrio e assustador.
Eis a história oficial:

“Tudo começou em 1951 em Xochimilco, ao sul da cidade do México. Uma garotinha brincava, quando sua boneca caiu no canal. Ao tentar pegar o brinquedo, ela caiu na água e morreu afogada.
Foi uma tragédia no local. A cidade é pequena e todos se conheciam. O luto foi grande.
Com o tempo, muitos moradores começaram a ouvir sons durante à noite. Alguns relataram ter ouvidos choros de crianças e, outros, palavras desconexas em tom de lamento.
Anos depois, um morador chamado Julián Santana Barrera, que também era atormentado pelos sons fantasmagóricos, entendeu nos murmúrios o que a sofrida alma queria. Entre os gemidos ele conseguiu identificar as palavras "Minha boneca".
Então ele pensou...Mal não vai fazer!
Então resolveu colocar uma boneca amarrada numa árvore, perto do local onde a garota havia morrido. Funcionou! Os sons pararam e as pessoas puderam viver em paz! Mas como toda criança, a alma da garota facilmente enjoou do brinquedo e voltou a chorar.
Então Julián colocou outra, e outra, e outra... E muitos moradores fizeram o mesmo. A história seguiu até o ano de 2001 quando o senhor morreu...Curiosamente AFOGADO! Quase exatamente 50 anos após o afogamento da garota.
Dizem que, após a morte de Julián, não se ouviu mais os lamentos da garota, mas os moradores ainda seguem com a tradição colocando bonecas velhas nas árvores e alimentando a crença de um lugar que já se tornou atração turística no México”.

Bonecas, manequins e estátuas já me geram desconforto, imagina estar cercada delas assim, parcialmente destruídas? MEDO!

 

Aqui um documentário em duas partes sobre a ilha:
Ilha das Bonecas - Parte 1
Ilha das Bonecas - Parte 2


Espero que tenham gostado! 

                             BEIJOS!!! ^^





quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Cutting - Há dores que somente lágrimas não conseguem somatizar...

 Observando minhas cicatrizes, percebi que faz tempo que não tenho "a necessidade" de me autoagredir (Que bom! :)). Isso não é um mal que atinge só a mim, mas também as pessoas ao meu redor, pessoas que se importam comigo e me amam. Já ouvi muitas opiniões sobre o assunto, algumas delas bem retrógradas, me admirada a ignorância incompreensão de algumas pessoas quanto ao assunto como se a prática fosse um hobbie ou um motivo de orgulho! 
Foi pensando nisso que hoje decidi abordar esse polêmico assunto com informações que pesquisei pela rede, pois alguém do seu lado pode estar sofrendo em silêncio.

"Um em cada 12 jovens se mutila, com agressões como cortes, queimaduras e batidas do corpo contra a parede.
Para os que se autoflagelam, a prática é uma tentativa de aliviar sensações como angústia, raiva ou frustração, segundo especialistas. O problema é mais comum entre mulheres de 15 a 24 anos. “Machucar a pele para aquietar a mente”, assim os praticantes da automutilação definem o transtorno que os persegue.
Uma forma comum de automutilação envolve fazer cortes na pele dos braços (comumente o pulso esquerdo), pernas, abdômen, coxas, etc. O número de métodos automutilantes se restringe à criatividade do indivíduo. Os locais de lesão são, geralmente, áreas escondidas de uma possível detecção por outras pessoas.
Exemplos de formas de automutilação, além de se cortar:

    * Esmurrar-se, chicotear-se
    * Enforcar-se por alguns instantes
    * Morder as próprias mãos, lábios, língua, ou braços
    * Apertar ou reabrir feridas
    * Arrancar os cabelo
    * Queimar-se, incluindo com cigarro, produto químicos (por exemplo, sal e gelo)
    * Furar-se com agulhas, arames, pregos, canetas
    * Beliscar-se, incluindo com roupas e clips para papel
    * Ingerir agentes corrosivos, alfinetes
    * Envenenar-se, medicar-se (por exemplo, exagerar na dose de remédios e/ou álcool), sem intenção de suicídio.

Auto-lesão entre indivíduos com distúrbios de desenvolvimento (por ex., autismo, retardamento, inteligência limítrofe) envolve, geralmente, ações relativamente simples, tais como bater a própria cabeça contra a parede, esmurrar superfícies duras e morder-se. É comum desenvolverem um transtorno onde o afetado engole substâncias/objetos que não são comestíveis.

* Riscos: Quando alguém se corta, está sujeito a uma série de infecções e doenças transmissíveis pelo ar. O contato com a lâmina pode acelerar o processo de contaminação.Sem falar no pior dos riscos: a morte. Ainda que não tenha a intenção de se ferir seriamente, não tem muito controle disso quando faz o cutting (Automutilação em inglês).Um machucado mais profundo pode atingir um vaso sanguíneo importante, comprometendo seus movimentos ou até mesmo matá-lo.
* Tratamento: A associação psicoterapia e medicação tem se mostrado eficaz nos casos de automutilação. A psicoterapia, nestes casos, tem como um dos objetivos ajudar o paciente a identificar outras formas de lidar com frustrações, que sejam mais eficazes do que seu comportamento. Ainda não há medicação específica indicada para que o paciente pare de se mutilar, entretanto, a medicação pode ser indicada para alívio dos sintomas depressivos e ansiosos que podem colaborar para a manutenção do comportamento. Há também medicações que são usadas para diminuir a impulsividade e que ajudam o paciente a resistir a vontade de se machucar, caso esta apareça.

* Identificando o problema: As pessoas que apresentam automutilação sentem vergonha e medo de revelar este comportamento, por isso procuram esconder as lesões e as fazem solitariamente onde não podem ser observadas. Elas reconhecem que este comportamento não é bem aceito pelas pessoas.
Desta forma, você poderá desconfiar que alguém apresenta automutilação quando essa pessoa:

a) Costuma usar roupas de mangas longas, mesmo no verão, com altas temperaturas;
b) Apresentam várias cicatrizes ou lesões repetidas e tem dificuldade para explicá-las;
c) Isola-se evitando situações onde seu corpo pode ser exposto, como praia ou piscina;

Vale lembrar que estas pessoas podem apresentar sintomas depressivos e de fobia social associados. 
O automutilador tende a ter grandes dificuldades para se expressar verbal ou emocionalmente, portanto, não consegue falar publicamente sobre suas angustias nem chorar diante de outras pessoas. 
Há relatos de pessoas que com o passar do tempo sentem-se incapazes de chorar até mesmo quando estão sozinhas. Essa dificuldade de expressão acaba, em muitos casos, sendo um forte fator que desencadeia o comportamento automutilador. Alguns indivíduos afirmam que escrever (textos, poemas, contos, músicas, etc.) lhes parece de grande ajuda, como uma forma de expressar suas emoções, o que não conseguem fazer de outras formas. Desse modo, a necessidade de se automutilar diminui significantemente.
Não possui amor próprio e usualmente define a sí mesmo como sendo "um lixo humano, uma criatura insuficiente e fracassada, que não tem direito de conviver com os demais". Desse modo, alguns tendem a se afastar da família e dos amigos, buscando poupa-los do mal, que presumem ser, a sua presença. Com o tempo, se veem executando sozinhos, atividades que costumava fazer em grupo".



No link abaixo, você vai ler o relato e os trechos do diário de uma jovem de 25 anos que dilacerava a pele quando o sofrimento interno era insuportável:


    Na rede achei a Rede CAPS que fornecem tratamento psicológico e psiquiátrico gratuitamente em vários pontos do Rio de Janeiro, confira no link abaixo:

 Muitos pensam que é infantilidade de quem só quer chamar atenção, mas eu desejo aqueles de mente pequena que pensam assim, que nunca descubram quão errados estão, pois realmente é horrível!
Só precisamos, além do tratamento adequado, compreensão e respeito!
BEIJOS!!!:***



Melvis and Me!

Olá gente! Depois do feriadão e do cansaço que a correria do trabalho causou, voltei. Hoje vou falar sobre algo, mas no meu caso alguém, que as pessoas têm me questionado: O Melvis.
Meados de 2006 eu estava no segundo período de espanhol. Indo ao curso, vi um homem com vários chaveiros de ursinhos na mão, todos com cachecol azul, por apenas um real. Não perdi tempo e comprei. Pode parecer brincadeira mas quando eu estava escolhendo qual iria levar, aquele especificamente me chamava tanto atenção que parecia até que estava me chamando para levá-lo pra casa. Desde então nos tornamos inseparáveis.
Sei que é uma história tosca para alguém da minha idade, mas quem nunca amou um objeto de estimação a ponto de acreditar que ele possui vida própria? Me apeguei de uma forma que ele deixou de ser chaveiro e tornou-se ursinho de pelúcia mesmo com apenas 4 cm de altura.
A escolha do nome foi algo aleatório, foi um a variação do nome do gato de uma colega minha do curso, ele se chamava Melvil (Para quem não lembra, no desenho Os Anjinhos, o Chucky arranja uma centopéia de estimação e o chama de Melvil, foi daí que ela tirou o nome). Não sei como mas em minha mente fértil surgiu a variação “Melvis”, achei o nome legal e pus nele.
Cara, sabe aqueles momentos onde vc não tem ninguém para conversar?
Eu chamo de “momento Wilson” (Vide: O Náufrago), tenho certeza que é algo psicológico, mas eram nesses momentos que ele estava comigo, principalmente durante as barras de depressão e crises que tive quando morava sozinha em Olaria. Eu olhava para aquele pedaço de pano inútil (como costumo zoá-lo. Rsrs) e sentia conforto de não estar sozinha. É estranho eu sei, mas só quem passou sabe como é vc olhar ao redor e ver tudo cinza e vazio durante uma crise depressiva.
Eu amo ursos  pois vejo sempre a figura do meu queridinho! Esse valor sentimental se agregou a minha vida de tal forma que sempre que posso eu insiro a figura do ursinho como uma marca minha em tudo que faço, como vcs já perceberam neste blog e em meu outro blog de contos.
Melvis é amado e odiado, principalmente pela galera do RPG. Por se tratar de um jogo que utiliza a imaginação e a interpretação, busco sempre fazer personagens com algum distúrbio mental para poder inseri-lo na trama e dar-lhe vida. Quando não é possível, o deixo como objeto de estima, seja um amuleto mágico ou um cordão que se transforma em uma arma, mas sempre em forma de urso.
Em meus momentos de ociosidade no AP em Olaria, cheguei a desenhar umas tirinhas com histórias nossas, e em minha timeline no facebook também encontram-se pequenos diálogos nossos, sempre com muito humor, mas fiquei triste quando uma vez me falaram que era um plágio de Kalvin e Aroldo. Creio que não pois além de não ser indicado para crianças, não pretendo lucrar com as criações... ainda. Rsrsrs
Melvis possui vontade própria, tem uma personalidade forte, é brincalhão, sacana, adora trollar os outros, paga de bam bam bam, e insiste em agir como uma pessoa de verdade, mas é um grande amigo e sempre está alí quando precisamos.

Esse foi nosso primeiro diálogo:

- Gy o que vc tá fazendo?
- Meu facebook ora!
- Posso fazer um também?
- Ta doido? Ursos de pelúcia não têm facebook!
- A é? Vou lembrar disso quando vc ficar com medo dos trovões de novo!

Eu gostaria de levá-lo aos locais e tal, mas tenho medo de acabar perdendo pois ele é muito pequeno, e sem falar que seria o cúmulo para aqueles que não compreendem. No momento ele está na casa do meu primo e quanta falta sinto dele! Amado por muitos e odiado pela maioria, mexendo no meu danoninho, me tirando do sério, me fazendo companhia, sendo meu melhor amigo quando não tem ninguém ali, ele será pra sempre meu ursinho querido, agora sim vcs puderam conhecer um pouco dele!

Amo esse pedaço de pano inútil! ^^
Beijos! :*** 
EIS O MELIANTE!



















terça-feira, 16 de outubro de 2012

COMBO - Cupcakes!!!

São delicados, atraentes e cheios de sabor, os famosos bolinhos, hoje tão conhecidos como cupcakes, de acordo com minhas pesquizas surgiram no Reino Unido, onde eram chamados de "Fairy Cakes" (em português "Bolo das Fadas") e confeitados com cobertura de fondant. Acredita-se que os bolinhos chegaram aos Estados Unidos no século XIX, onde passaram a ser conhecidos como "Cup Cakes". Isso porque os ingredientes eram medidos em xícaras (cup, em inglês, significa xícara), um marco para o mundo culinário, facilitando muito a vida das donas de casa e dos apaixonados por doces e confeitaria. Hoje, tanto a massa quanto os ingredientes usados para incrementá-los são super saborosos e eles são tão lindos que não dá nem coragem de comer! São bolinhos que lembram muffins, só que mais delicados.
Eles podem ser decorados com tudo que tem direito: creme de manteiga, chantilly, glacê, geléia, frutas, chocolate e etc.
Sua fama começou quando as pessoas nos Estados Unidos madrugavam e faziam fila para comprar os cupcakes das padarias mais cobiçadas, antes que a fornada diária acabasse.
Tradicional norte-americano virou moda nos últimos dois ou três anos. Existem há muitos anos, mas depois de ser relançado nos USA virou febre nacional. Essa mania, na verdade está no Brasil faz tempo, com um bolinho chamado Bebezinho (AMO O DE LARANJA! *.*), mas só agora está ganhando destaque com receitas e designers cada vez mais criativos! :D

Se seus dotes culinários são insuficientes, vc pode soltar a imaginação nesse joguinho - Cupcake Maker Game

Vamos à overdose?

 
 
 
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 


 

BEIJOS!!! :****